Tuesday, 3 March 2009


Reparem quem tem a mine na mão!!

Bejeca

É uma loira bem fresquinha
Mesmo pronta a saborear
Pode-se encontrar em qualquer esquina
Em qualquer tasca, em qualquer bar

Não, não é a Claudia Schiffer
Essa já eu descartei
Esta loira de que aqui falo
Para sempre a beberei

Viva a cerveja, bebida nacional
Lata, garrafa, caneca ou imperial
À refeição ou só para refrescar
A qualquer hora, em qualquer lugar
Até vomitar

Tem por base malte e cevada
É um produto natural
E quando bem aproveitada
Pode animar um funeral

É bebida multifacetada
Por isso é diferente das demais
Deve ser bebida às litradas
Tem poderes medicinais

É vê-la na tasca do Manel
Com pevides, com amendoins
Também se encontra em qualquer hotel
Com camarões e com lagostins

Mas coitada tem um fim atroz
Não se consegue reciclar
Acaba sempre no urinol
Não há meio de a aguentar

Ulisses Oliveira

3 comments:

Krugul said...

Mai nada! É poeta sim senhor!

Saudações Cervejeiras

Fuzhong! said...

Um desses senhores não é vigilante da natureza?

Est3v3s said...

E está a vigiar esse produto natural, que é a cevada!!!
Bom trabalho!!!
Hehehe
Grande Abraço